Trazendo novidades e dicas na área vascular e com o encontro da liga de vascular dos estudantes de medicina. O evento incentivou muito a publicação científica.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
MEDICINA HIPERBÁRICA FÓRUM
Muito importante foi participar do Forum de Medicina Hiperbárica que discute as diretrizes das indicações do uso da terapêutica hiperbárica.
Vale ressaltar uma das indicações mais atuais sobre hiperbárica e autismo já tem pesquisas experimentais em andamento no Brasil.
Confira algumas indicações:
2.
Indicações de OHB conforme Resolução CFM 1.457/95 e classificação de gravidade
da USP
Início
|
Indicação
|
Situações
|
Nº de sessões
|
||
EMERGÊNCIA
|
Principal
|
Imediato
|
1. Doença
descompressiva
|
Todos os casos
|
2 a 5
(em
95% dos casos)
|
2. Embolia
traumática pelo ar
|
|||||
3. Embolia
gasosa
|
|||||
4. Envenenamento
por CO ou inalação de fumaça
|
|||||
5. Envenenamento
por gás cianídrico / sulfídrico
|
|||||
URGÊNCIA
|
Tratamento adjuvante
|
Imediato
conforme condições clínicas / outros procedi- mentos
|
6.
Gangrena gasosa
|
Todos os casos
|
10 a 30
(em
95% dos casos)
|
7. Síndrome
de Fournier
|
Classificação de gravidade da USP III ou IV
|
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8. Outras
infecções necrotizantes de tecidos moles: celulites, fasciites, miosites (inclui
infecção de sítio cirúrgico)
|
Classificação
de gravidade da USP II, III ou IV
|
||||
9.
Isquemias agudas traumáticas: lesão por esmagamento, síndrome compartimental, reimplantação de
extremidades amputadas e outras
|
Classificação
de gravidade da USP II, III ou IV
|
||||
10.
Vasculites agudas de etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas
biológicas: (aracnídeos, ofídios e insetos)
|
Em
sepse, choque séptico ou insuficiências orgânicas
|
||||
11.
Queimaduras térmicas e elétricas
|
Acima
de 30% de 2º e 3º graus ou queimaduras em áreas nobres (face, mamas, mãos,
pés, períneo, genitália)
|
||||
ELETIVO
|
Tratamento adjuvante
|
Início
planejado
|
12.
Lesões refratárias: úlceras de pele, pés diabéticos, escaras de decúbito,
úlceras por vasculite autoimune e deiscência de suturas
|
Após
revascularização ou outros procedimentos cirúrgicos se indicados;
– osteomielite
associada;
– perda
de enxertos ou retalhos prévios;
– infecção
com manifestações sistêmicas
|
30 a 60
(em
95% dos casos)
|
13.
Lesões por radiação: radiodermite, osteoradionecrose e lesões actínicas
de mucosa
|
Todos
os casos
|
||||
15.
Osteomielites
|
Após
limpeza cirúrgica e/ou remoção de material de síntese
|
||||
SITUAÇÕES ESPECIAIS
|
Casos selecionados
|
Início
imediato
|
14.
Retalhos ou enxertos comprometidos ou de risco
|
Evolução
desfavorável nas primeiras 48 horas, e avaliação a cada 5 sessões
|
10 a 40
(em
95% dos casos)
|
16.
Anemia aguda nos casos de impossibilidade de transfusão sanguínea
|
Associada
a suporte
respiratório e eritropoetina
|
Marcadores:
annual scientific meeting,
autismo,
diabetes mellitus,
diabetic foot,
hyperbaric medical society,
medicina hiperbárica,
oxigenioterapia hiperbárica,
pé diabético,
uhms
Local:
Salvador, BA, Brasil
quarta-feira, 27 de julho de 2016
MEDICINA HIPERBÁRICA UHMS ANNUAL SCIENTIFIC MEETING LAS VEGAS
UHMS
Annual Scientific Meeting
Em 8 a 11 de junho tive a oportunidade de participar do encontro anual da undersea e sociedade de medicina hiperbárica americana relaizado em Las Vegas. Apresentei o poster sobre pé diabético e quantificação da cicatrização com o processo de fotografia que foi avaliado pelo prof Bennet.
O congresso trouxe o que tem de mais atual e apresentações de pesquisas muito interessantes e muito promissoras para tratamento de reabilitação em pacientes com acidente vascular cerebral e pé diabético.
Trabalhos também na área de mergulho recreativo ou profissional trouxeram novidades para a área.
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uhms
Local:
Las Vegas, NV, EUA
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Pé diabético TRATAMENTO VASCULAR
Você sabia que as lesões do pé diabético tem cura ou melhora???
O pé diabético é uma série de alterações anatomopatológicas e neurológicas periféricas que ocorrem nos pés de pessoas acometidas pelo diabetes mellitus.1 Essas alterações constituem-se de neuropatia diabética, problemas circulatórios, infecção e menor circulação sanguínea no local.2 Essas lesões geralmente apresentam contaminação por bactérias, e como o diabetes provoca uma retardação na cicatrização, ocorre o risco do pé ser amputado. O pé diabético ocorre pela ação destrutiva do excesso de glicose no sangue.3 A nível vascular, causa endurecimento das paredes dos vasos, além de sua oclusão, o que faz a circulação diminuir, provocando isquemia e trombose.3
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9_diab%C3%A9tico
O pé diabético é uma série de alterações anatomopatológicas e neurológicas periféricas que ocorrem nos pés de pessoas acometidas pelo diabetes mellitus.1 Essas alterações constituem-se de neuropatia diabética, problemas circulatórios, infecção e menor circulação sanguínea no local.2 Essas lesões geralmente apresentam contaminação por bactérias, e como o diabetes provoca uma retardação na cicatrização, ocorre o risco do pé ser amputado. O pé diabético ocorre pela ação destrutiva do excesso de glicose no sangue.3 A nível vascular, causa endurecimento das paredes dos vasos, além de sua oclusão, o que faz a circulação diminuir, provocando isquemia e trombose.3
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9_diab%C3%A9tico
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Local:
Salvador - BA, Brasil
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